Dualidade em composição


Hoje, a caminho do trabalho, folheando a minha revista Bravo do mês passado me deparei com uma matéria fantástica a respeito de um músico e compositor que até então não havia conhecido a obra, nem os registros.

 Gustav Mahler, regente e compositor autríaco nascido em 1860. Suas obras são caracterizadas por fortes picos inconstântes de nervosismo e serenidade. Um misto de sonoridades que hoje o caracteriza como comtemporâneo. Na mente de um fantástico criador como Mahler reinava a inconstância e contradição de seus sentimentos.

 A astúcia e dualidade deste músico produzira obras fantásticas como Décima Sinfonia e a Nona Sinfonia de Mahler. Mais uma vez a Revista Bravo representa com maestria este grande compositor e músico.

A matéria da Bravo relata o seguinte fato: Em 26 de setembro de 1910 o maestro austríaco encontra-se com Sigmund Freud e juntos caminham  pelas ruas de Leiden na Holanda. Passeio este que caracterizou-se como uma sessão psicanalítica, devido aos problemas emocionais e afetivos que o músico enfrentara.

 Confira no link os anexos da materia.

 http://bravonline.abril.com.br/conteudo/musica/gustav-mahler-reinterpretado-597051.shtml

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