A descrença no fim do mundo por Tutty Va


A descrença no fim do mundo
por Tutty Vasques – Jornal Estadão

É sempre assim: toda vez que o ser humano está quase levando o fim do mundo a sério, uma seita de araque qualquer trata de ridicularizar o assunto. De tempos em tempos, uma nova profecia milenar de orelhada vem de encontro ao risco real de destruição do planeta, como se o homem moderno não tivesse nada a ver com isso! Pior ainda é o deboche geral com o tema quando suscitado em nome de Deus!

Não dá mesmo para acreditar no fim do mundo quando ele é anunciado para o mês que vem, como faz agora uma tal Family Radio, cristãos evangélicos americanos que desembarcaram em Belo Horizonte pregando o juízo final para o dia 21 de maio de 2011. A explicação de que, nesta data, o grande dilúvio completaria 7 mil anos, francamente, não convence ninguém.

Só serve para estimular piadas genéricas sobre o apocalipse lento e gradual que o descaso ambiental prenuncia. O fim do mundo como ele é não está na Bíblia, no calendário Maia ou nos filmes catástrofes do gênero. Se você não sabe o que fazer a respeito, reze baixinho para não atrapalhar a pregação de quem ainda tenta salvar esta joça.

Quem se comunica demais, também trupica!


Quem se comunica demais, também trupica!

A comunicação está sempre um passo além de nós.
Portando-se como um meio essencial para a vida e manutenção do cotidiano das pessoas, ela é inevitável. Será que realmente fazemos uma comunicação de qualidade, hoje, no país. Trabalhar com esse ramo, é muito mais uma questão de paixão do que realização profissional. Um mercado desvalorizado e perdido entre as tantas oportunidades mal concebidas e afogada pelas mídias sociais.

O conceito não se baseia apenas no ato de efetuar a comunicação, e sim, de como realizar, quando e para quem.

Existem diversos pontos nesta área, a serem estudados com cautela e trabalhados de maneira efetiva e eficiente. Nos perguntamos entre tantas evoluções tecnológicas se mesmo, com todo este aparato e recursos diversificados, conseguimos realmente nos comunicar.

Lembre-se uma boa ferramenta não é nada se não sabemos como utilizá-la.